O que cada painel responde?
Consultar os painéis não gasta decisões. A carta Pesquisa interna tem um efeito separado, descrito abaixo.
| Painel | Pergunta | Como usar |
|---|---|---|
| Ranking nacional | Quem está no corte? | Comparar posição e diferença para o segundo lugar |
| Mapa | Quem lidera cada UF? | Localizar bases, disputas e territórios distantes |
| Detalhe estadual | Quais temas pesam? | Combinar prioridade local e atributo da ação |
| Presença | Minha campanha é forte? | Distinguir forte, competitiva ou em construção |
| Pesquisa interna | Qual é seu efeito? | Carta que dá +2,4 de reputação, sem revelar novos dados |
Como o ranking nacional é calculado?
O jogo calcula a participação em cada UF, multiplica esse percentual pelo peso eleitoral simulado do estado e divide o total pelo conjunto do eleitorado fictício. Por isso, ganhar um ponto em uma UF grande tende a mover mais o número nacional do que o mesmo ponto em uma UF pequena. O ranking ordena todas as candidaturas por essa média ponderada.
A posição sozinha não basta. Em terceiro lugar, observe a distância para o segundo: meio ponto pode ser recuperável; cinco pontos pedem mudança de escala. Também verifique se sua força está concentrada. Liderar várias UFs pequenas pode cumprir um desafio territorial sem garantir a classificação nacional. Defina qual métrica serve ao objetivo da partida.
O que significam as cores do mapa?
Cada estado usa a cor da candidatura que aparece em primeiro lugar naquele recorte. Ao selecionar uma UF, o painel mostra nome, prioridades, eleitorado simulado, seu percentual, a liderança e os cinco primeiros. A cor é um resumo de liderança, não uma medida de margem: dois estados iguais no mapa podem ter disputas muito diferentes.
Abra o detalhe antes de investir. Se o líder tem 25% e você 24%, uma ação bem encaixada pode virar a UF. Se você tem 4% e o líder 40%, o mesmo gasto tende a render pouco para o objetivo imediato. Monte uma lista de territórios seguros, competitivos e distantes e atualize-a a cada turno.
Como as prioridades estaduais afetam uma ação?
Cada UF traz duas prioridades, como economia, social, segurança, confiança, carisma, estrutura partidária ou base territorial. Uma ação de crescimento recebe bônus quando seu tema coincide com uma prioridade local. O efeito também considera o atributo correspondente do candidato e uma variação interna.
Isso cria a combinação central do jogo: perfil, ação e lugar. Um candidato forte em economia aproveita melhor um Fórum econômico em uma UF que valoriza economia. Uma ação genérica em território desalinhado pode custar o mesmo e produzir menos. Antes de confirmar, leia o tema do cartão e as duas prioridades do estado.
Quando usar Pesquisa interna?
Pesquisa interna custa R$ 8 milhões simulados, 4 pontos de energia e uma decisão. O efeito real é +1 de reputação pela categoria pesquisa, somado a +1,4 pelo tema confiança: total de +2,4, limitado a 100. Ela mostra uma notificação de atualização, mas não desbloqueia informação nem aumenta o apoio. O radar e os percentuais já são atualizados após as jogadas.
Por exemplo, com reputação 56 a carta leva o indicador a 58,4; com 99, só chega a 100. Use-a se esse ganho modesto justificar os custos e a energia baixa for importante. Para decidir entre duas UFs, basta abrir gratuitamente os detalhes de ambas. Não pague uma pesquisa acreditando que o mapa esteja escondendo números mais recentes.
Como identificar um estado decisivo?
O conjunto de dados marca algumas UFs como battleground, mas o estado realmente decisivo depende da sua partida. Procure três sinais: diferença curta, peso eleitoral relevante e prioridade compatível com seus atributos. Acrescente um quarto: custo de oportunidade. Uma UF pode ser viável e ainda assim ser menos valiosa do que defender duas lideranças ameaçadas.
A estratégia mais estável acompanha cinco alvos: uma base, duas disputas, um estado grande e uma aposta. Se a aposta continuar distante por duas rodadas, troque-a. Se a base começar a cair, faça manutenção. Esse método reduz o ruído de tentar acompanhar 27 painéis com a mesma intensidade.
Como eventos mudam a leitura?
Depois da ação dos adversários, a resolução semanal sorteia um evento e consulta o atributo do jogador ligado ao tema. O impacto imediato é (atributo ÷ 100 − 0,5) × 0,8. Ele só altera o apoio nas UFs que incluem aquele tema entre suas prioridades. Um atributo 80 produz +0,24 de apoio bruto; 20 produz −0,24; 50 produz zero. A reputação ganha 1 se o impacto for zero ou positivo e perde 1 se for negativo.
Esta versão não aplica os campos de duração nem multiplicadores temporários descritos nos dados dos eventos. Portanto, não há um bônus de cartas que dure dois turnos para aproveitar depois da notícia. Leia o mapa após o encerramento para ver o efeito imediato, somado à atuação dos adversários. O impacto bruto ainda passa pela normalização; ele não equivale ao mesmo número de pontos percentuais na tela.
Por que +2 de apoio não significa +2 pontos na pesquisa?
A cada alteração, o jogo redistribui os valores estaduais para que somem aproximadamente 100. Em um exemplo simplificado, se você tem 20 de um total 100 e recebe +2 de apoio bruto, fica com 22 de 102. O percentual mostrado passa a aproximadamente 21,57%, um avanço de 1,57 ponto, não dois. Os rivais também mudam de percentual mesmo sem perder apoio bruto nessa jogada.
O ranking nacional aplica depois os pesos das UFs a esses percentuais. Uma ação local não aumenta automaticamente o país inteiro pelo valor da carta. Compare o antes e depois da UF e só então a mudança nacional. Arredondamentos internos de três casas e a sequência dos eventos também explicam pequenas diferenças. Para a ordem completa da resolução, veja o guia de turnos.
Como ler pesquisas no segundo turno?
Quando dois finalistas avançam, o mapa é redistribuído e a campanha ganha dez turnos. Apoios negociados alteram o equilíbrio estadual, então a fotografia do primeiro turno deixa de ser uma previsão confiável. Refaça sua lista de alvos depois das negociações e compare onde os eleitores das candidaturas eliminadas mudaram a margem.
Na final, posição nacional e mapa devem ser lidos juntos. Uma vantagem pequena pede defesa de UFs grandes e reputação estável; uma desvantagem pede concentração em territórios com margem curta. Como o tempo é menor, pesquisas sem decisão subsequente custam mais caro.
Esses percentuais representam pesquisas reais?
Não. São números produzidos pelo código da simulação a partir de bases iniciais, atributos, prioridades, ações e variação aleatória. O site não realiza levantamento, não entrevista eleitores e não publica previsão eleitoral. Nomes e referências públicas aparecem em uma obra independente de estratégia.
Para informação cívica ou dados eleitorais reais, consulte fontes oficiais e veículos responsáveis. Dentro deste guia, palavras como pesquisa, eleitorado, estado e resultado sempre descrevem a mecânica fictícia, salvo quando uma fonte externa é identificada explicitamente.
Custos, limites, nomes de ações e condições foram conferidos em nos dados e nas funções da versão publicada. Quando o equilíbrio do jogo mudar, esta página deverá ser revisada. Não usamos estes valores como afirmações sobre campanhas reais.
Responsável editorial: República em Disputa — Guia Independente. Encontrou uma divergência? Envie a ação e o resultado observado para conferência.