Quais são os níveis de reputação?

Os limites vêm diretamente da função de classificação da versão atual.

FaixaRótuloLeitura prática
0–19DesconhecidoCampanha muito vulnerável; priorize recuperação
20–39Pouco conhecidoExiste presença, mas a confiança ainda é frágil
40–59ConhecidoFaixa inicial e operacional da maioria das partidas
60–79Muito conhecidoBoa margem para decisões de contraste
80–100Na boca do povoAlta visibilidade, ainda sujeita a eventos e erros

Para que serve a reputação?

A reputação aparece ao lado da posição nacional e muda com ações, debates, eventos, ataques e desinformação. Seu valor é um indicador de consequências narrativas, com rótulos de visibilidade. Nesta versão, ele não multiplica a eficiência das cartas, não integra a nota do debate e não bloqueia ações por cruzar uma faixa. As travas de ação são dinheiro, energia e decisões disponíveis.

Não confunda reputação com o atributo Confiança do candidato. Atributos participam das fórmulas; o saldo de reputação é um recurso separado. Chegar a zero não desclassifica automaticamente, enquanto a terceira tentativa de desinformação elimina mesmo uma campanha com saldo alto. Leia o indicador como registro de desgaste, não como intenção de voto ou condição secreta de vitória.

Como aumentar reputação?

Pesquisa interna soma +1 pelo tipo de ação e +1,4 pelo tema confiança: total de +2,4, até o teto 100. Ações comuns de outros temas somam +0,25, enquanto as de confiança somam +1,4. Contra-ataque narrativo e Checagem pública também aplicam recuperação de 2,2 vezes o efeito calculado da carta, além do ganho por confiança. Esse efeito depende do atributo e da variação interna.

Exemplo: uma Pesquisa interna leva 56 a 58,4, gastando R$ 8 milhões fictícios, 4 de energia e uma decisão. Ela não traz votos nem informações extras. Se falta pouco para a classificação, compare esse gasto com uma ação estadual de confiança: a segunda pode aumentar apoio e reputação juntos. Recuperar apenas para mudar o rótulo não dá um bônus de eficiência.

Como ataques afetam a confiança?

O ataque custa R$ 12 milhões e 10 de energia. Quando funciona, reduz a força de um adversário, mas a própria campanha perde reputação; quando falha, a perda é maior. O sistema registra o uso para missões como Sem ataques. Portanto, o preço inclui dinheiro, energia, desgaste e possível incompatibilidade com o objetivo.

Use contraste somente se a distância, o alvo e o calendário justificarem. Atacar um candidato distante desperdiça risco. Em liderança, a reputação perdida pode valer mais do que o dano produzido. Uma proposta bem encaixada frequentemente oferece retorno mais previsível.

Por que desinformação pode desclassificar?

A opção de desinformação apresenta chance baixa de sucesso e penalidades altas. Uma tentativa desmentida provoca forte perda de reputação; tentativas repetidas acumulam risco, e a terceira desclassifica automaticamente a candidatura nesta versão. Quando isso ocorre, a partida deixa de ser vencível.

A melhor estratégia é não depender desse botão. Checagem pública, entrevista, proposta, ação territorial e debate oferecem caminhos de crescimento sem uma condição automática de eliminação. O guia descreve a mecânica para transparência, não recomenda a prática.

Como os debates mudam reputação?

A nota do debate combina 55% do atributo temático, 35% do atributo da estratégia e uma parcela aleatória menor que 18. O resultado produz mudança de apoio e reputação. Quando o ganho bruto de apoio passa de 1, a reputação recebe o bônus previsto de confiança, ou 3 por padrão. Ganhos não negativos de até 1 acrescentam 1; desempenho fraco retira 5.

A reputação é resultado, não entrada dessa fórmula. Você pode responder ao debate mesmo com energia zero, porque ele não cobra recursos. Consulte os atributos da chapa após o vice e compare as três opções. Gastar uma recuperação imediatamente antes do encontro não melhora a nota; faça isso apenas se deseja recuperar o indicador por si mesmo.

A reputação conta na pontuação final?

Sim. Embora não aumente votos nem a nota do debate, o saldo final entra no placar: percentual nacional × 100 + UFs lideradas × 45 + reputação × 8, arredondado ao inteiro e limitado a pelo menos zero. Cada ponto de reputação preservado vale oito pontos nesse placar. O vencedor da eleição continua sendo definido pela posição nacional, não pelo placar.

Exemplo: 50% nacionais, dez UFs e reputação 60 resultam em 5.000 + 450 + 480 = 5.930 pontos. Com os mesmos votos e estados, subir a reputação a 70 produz 6.010 pontos, mas não muda a colocação eleitoral. Se sua meta pessoal é pontuar mais, recuperação pode valer a pena; se ainda precisa alcançar a classificação, apoio estadual pode ser mais urgente.

Quando priorizar recuperação?

Recuperação serve para administrar desgaste e melhorar o componente de reputação do placar, não para liberar um bônus de votos. Cruzar 60 muda o rótulo para Muito conhecido; cruzar 80 muda para Na boca do povo. Os mesmos atributos continuam sendo usados nas cartas. Se o objetivo da partida é vencer ou liderar estados, reputação alta sozinha não substitui apoio no mapa.

Uma resposta equilibrada pode combinar recuperação e presença, desde que caiba no orçamento. Quando a classificação está distante e faltam poucas decisões, consulte primeiro o ranking e compare o custo de oportunidade. É válido priorizar uma ação territorial em vez de reparar um indicador que não altera diretamente as chances da ação.

Como montar um plano de recuperação?

Primeiro, identifique a origem do desgaste: ataque, desinformação, debate fraco ou evento com atributo desfavorável. Uma ação comum desalinhada com a prioridade de uma UF não retira reputação por isso; ela apenas deixa de receber o bônus estadual de apoio. Segundo, compare uma carta de recuperação com uma ação de crescimento ligada a confiança.

Se quiser usar Checagem pública e uma ação territorial, consulte gratuitamente o radar entre as duas. Não acrescente Pesquisa interna só para ver novos números. O mapa já reflete cada jogada. Observe como mudaram os dois indicadores, apoio e reputação, sem atribuir a um o efeito que veio diretamente da outra carta.

Reputação no segundo turno

O início da final mantém o saldo de reputação. Cada apoio negociado tem sua própria consequência e pode descontar 2 pontos; confira o aviso mostrado. A transferência altera apoio, mas a simples queda no saldo de reputação não retira percentuais automaticamente. Esses são efeitos separados da negociação.

A terceira tentativa de desinformação continua desclassificando: a fase final não reinicia esse contador. Também não transforma reputação em atributo do debate. Para a transição exata de energia, decisões e dinheiro, consulte o guia de turnos e o guia do segundo turno.

O indicador mede opinião política real?

Não. Reputação é uma variável de jogo definida por código. Ela não avalia pessoas reais, não coleta opinião do visitante e não representa aprovação, rejeição ou pesquisa eleitoral. Os rótulos ajudam a comunicar progressão dentro da simulação.

Use o sistema como exercício de alocação de recursos e consequência. Para informações reais sobre figuras públicas, procure fontes jornalísticas e oficiais. Este projeto é independente, ficcional e sem afiliação partidária.

Como verificamos este guia

Custos, limites, nomes de ações e condições foram conferidos em nos dados e nas funções da versão publicada. Quando o equilíbrio do jogo mudar, esta página deverá ser revisada. Não usamos estes valores como afirmações sobre campanhas reais.

Responsável editorial: República em Disputa — Guia Independente. Encontrou uma divergência? Envie a ação e o resultado observado para conferência.