Como a tier list foi calculada?
O índice de força é uma ferramenta editorial criada para esta versão independente. A fórmula atribui peso à porcentagem inicial fictícia, à média dos sete atributos e à quantidade de regiões e UFs com bônus. A pontuação é arredondada de zero a cem. Tier S começa em 80 pontos; A em 35; B em 20; os demais ficam no tier C. O cálculo é aplicado igualmente aos 13 perfis.
Esse método mede margem para erro, não uma chance garantida de vitória. Um personagem com base alta pode desperdiçar recursos e perder. Um azarão pode aproveitar eventos, debates e estados competitivos para chegar ao segundo turno. Aleatoriedade, escolha da vice, duração da campanha e decisões dos adversários continuam alterando cada partida.
Qual candidato é melhor para iniciantes?
Para aprender a interface, escolha um perfil do tier S em 10 ou 20 turnos. A base inicial reduz a pressão e permite entender custos, energia, radar e prioridades estaduais. O objetivo da primeira partida não precisa ser maximizar a pontuação: complete o ciclo, participe do debate, acompanhe o mapa e observe quanto cada ação modifica a pesquisa simulada.
Depois, migre para o tier A. Caiado favorece uma leitura de segurança e expansão regional; Zema exige transformar economia em alcance; Renan Santos depende mais de comunicação e ritmo. Essas diferenças treinam decisões sem impor imediatamente o nível de escassez dos menores perfis. Consulte como jogar República em Disputa antes de escolher uma campanha avançada.
Como vencer com candidatos dos tiers B e C?
Use 30 turnos, reduza o número de estados acompanhados e escolha ações que aproveitem os dois melhores atributos do perfil. Cury e Marçal, no tier B, têm carisma para buscar variação, mas precisam compensar estrutura e capilaridade. No tier C, a meta inicial é sobreviver com recursos, construir voluntários e reduzir a distância para o corte.
Não espalhe verba pelas 27 UFs. Separe uma base, dois estados competitivos e uma aposta grande. Faça pesquisa antes de investir, guarde energia para os debates e evite ações de desinformação: nesta versão elas têm 20% de sucesso, desgastam reputação e a terceira tentativa causa desclassificação automática. Leia as dicas de estratégia e adapte a abertura ao perfil escolhido.
Como comparar dois candidatos corretamente?
Use a mesma duração, vice e desafio. Depois de cinco turnos, anote a posição nacional, a distância para o segundo lugar, UFs lideradas, dinheiro, energia e reputação. Alterar somente o candidato reduz o ruído e mostra o impacto real dos atributos. Uma única vitória não prova superioridade; compare pelo menos três partidas antes de concluir.
O índice serve como ponto de partida. Para debates, confiança, segurança e carisma podem valer mais que pesquisa inicial. Para campanhas longas, mobilização e estrutura geram consistência. Para o segundo turno, reputação e capacidade de negociar apoios tornam-se decisivas. Por isso cada página individual mostra não apenas o tier, mas também onde e como usar o perfil.
O modo personalizado entra no ranking?
Não. O candidato personalizado depende dos valores selecionados pelo jogador, então não existe uma pontuação fixa para comparar. Use o modo custom para criar um arquétipo, testar uma combinação de região e tema ou simular uma campanha equilibrada sem associar o resultado a uma pessoa pública. Evite inserir nome completo, email, telefone ou informação sensível no campo de nome de urna.
Para comparar o personalizado com os 13 perfis, registre sua base inicial e a média dos sete atributos. Jogue com as mesmas condições e observe o resultado depois do primeiro debate. O nome digitado fica localmente na interface e não é enviado ao Google Analytics pelo código de medição deste site.
Qual guia abrir depois da tier list?
Tier list calculada a partir de assets/js/game-data.js e das regras de assets/js/game.js, revisão de 4 de setembro de 2026. Os valores são internos, fictícios e podem mudar com o balanceamento. Este projeto é independente e não oferece previsão, pesquisa ou orientação eleitoral.












