Quais famílias de cartas existem?
A classificação abaixo agrupa as ações pelo tipo usado no código.
| Família | Exemplos | Efeito principal |
|---|---|---|
| Crescimento | Caravana, TV, proposta, digital, fórum | Aumentar apoio somente na UF escolhida |
| Arrecadação | Jantar e vaquinha | Recuperar caixa e formar voluntários |
| Pesquisa | Pesquisa interna | +2,4 de reputação, sem informação nova |
| Recuperação | Contra-ataque e checagem | Restaurar reputação |
| Raras | Destaque, pacto, discurso, apoio | Alto efeito-base na UF escolhida; reutilizáveis após desbloqueio |
| Ofensivas | Ataque e desinformação | Reduzir rival com risco e desgaste |
Como funciona o baralho de ações?
No painel de ações, cada cartão mostra o tema, o nome, um resumo, o custo em verba, o custo de energia e o botão Planejar. A ação só pode ser executada se houver ao menos uma decisão restante e recursos suficientes. Ao confirmar, os custos são descontados e a decisão do turno é consumida.
Todas as ações de crescimento, inclusive televisão e as quatro raras, pedem uma UF. Arrecadação, pesquisa e recuperação alteram os recursos da campanha sem escolher estado; isso não significa que distribuam votos nacionalmente. O modal permite conferir o destino antes da execução. Se o título do cartão sugerir alcance nacional, prevalece o alvo estadual confirmado.
Por que o tema da carta importa?
Cada ação se liga a economia, social, segurança, confiança, carisma, estrutura ou base territorial. O efeito usa o atributo correspondente do candidato. Se o estado escolhido inclui aquele tema entre suas duas prioridades, a ação recebe bônus. É a principal razão para uma carta render resultados diferentes em perfis e UFs distintos.
Não existe melhor carta universal. Fórum econômico é forte para uma candidatura preparada em economia e um território que valoriza o tema; Mutirão de rua favorece base territorial; Programa de TV aproveita carisma. Construa o turno como uma combinação de encaixes, não como uma lista de custos.
Como combinar cinco decisões por turno?
Consulte o radar gratuitamente, depois escolha arrecadação ou crescimento conforme os saldos. É possível terminar com decisões sobrando, inclusive sem usar nenhuma; elas não passam para a rodada seguinte. Se quiser guardar uma resposta, deixe verba e energia para a ação escolhida. O debate não cobra essas reservas.
A ordem importa para o orçamento: arrecadar pode liberar televisão depois, mas Pesquisa interna não revela novos alvos e recuperação de reputação não melhora a nota de debate. Compare os números após cada ação e altere a próxima decisão se a UF já virou. O guia de turnos mostra o que ocorre depois de confirmar o encerramento.
O que são ações raras?
Destaque nacional espontâneo, Pacto de governabilidade, Discurso simbólico e Apoio inesperado de peso são as quatro raras. A cada mudança para um novo turno existe 22% de chance de sortear uma delas. Se o sorteio repetir um identificador já desbloqueado, não aparece uma quinta carta nem uma cópia. A última rodada da fase não passa por esse sorteio porque vai à apuração.
Uma rara desbloqueada permanece disponível e pode ser reutilizada, respeitando os mesmos custos e decisões. Todas aumentam apoio apenas na UF escolhida. Pacto e Apoio inesperado também trazem bônus de caixa; não aumentam permanentemente os atributos do candidato. Não há garantia de desbloquear todas em uma campanha. Compare tema, custo e estado antes de usar, mesmo quando o efeito-base for alto.
Quais cartas ajudam o caixa?
Jantar de arrecadação e Vaquinha eleitoral são as fontes diretas de dinheiro. Elas cobram um custo menor e devolvem bônus maior, além de contribuir para voluntários. Costura de aliança, Encontro com prefeitos e Comitês de bairro podem acrescentar bônus secundários enquanto fortalecem estrutura ou base.
Não use arrecadação por reflexo. Calcule o ganho líquido e defina qual ação será financiada. Se o turno termina logo, talvez seja melhor converter o saldo atual. Se ainda há muitos turnos, uma arrecadação antecipada preserva flexibilidade e evita bloqueio.
Quais cartas recuperam reputação?
Contra-ataque narrativo e Checagem pública restauram 2,2 vezes o efeito calculado da carta e ainda recebem +1,4 pelo tema confiança. Pesquisa interna concede +2,4 no total, não apenas um ponto. Entrevista exclusiva, Carta ao centro, Sabatina e Manifesto são ações de crescimento ligadas a confiança: usam o atributo, aumentam apoio estadual e somam o ganho comum de reputação.
O indicador para em 100, portanto parte da recuperação pode ser desperdiçada perto do teto. Reputação baixa não reduz o efeito das cartas nesta versão; não confunda o recurso com o atributo Confiança. Escolha recuperação porque deseja reparar o desgaste, e não para liberar uma vantagem de apoio inexistente.
Como funcionam ataque e desinformação?
Essas opções ficam fora do baralho comum e abrem uma escolha de adversário. Ataque custa dinheiro e energia, reduz apoio bruto do rival nas UFs e sempre desgasta reputação, com resultado mais forte ou mais fraco conforme o sorteio. Desinformação tem chance de sucesso de 20%, penalidade alta quando desmentida e desclassificação automática na terceira tentativa.
A presença dessas mecânicas não é incentivo. Para evitar a condição automática de eliminação, não dependa de desinformação. O desafio Sem ataques atualmente consulta somente o contador do botão Ataque; a opção separada de desinformação não entra nessa contagem. O guia de desafios distingue essa limitação da descrição mais ampla do cartão.
Como estimar o efeito de uma carta?
Uma ação comum parte do efeito-base, multiplicado por uma variação de 0,82 até menos de 1,24. Depois recebe ×1,25 se a prioridade estadual combina com o tema e ×(0,72 + atributo ÷ 180). Exemplo ilustrativo: base 2, atributo 72, prioridade compatível e sorteio 1,00 produzem 2 × 1 × 1,25 × 1,12 = 2,8 de apoio bruto.
Isso não promete +2,8 pontos na pesquisa. Os apoios da UF são normalizados para aproximadamente 100 depois da aplicação, e o ranking nacional pondera o resultado pelo estado. Nem a reputação atual nem um suposto modificador temporário do noticiário entram nessa fórmula. Registre o antes e depois para comparar cartas com o mesmo candidato e prioridade.
Como adaptar cartas ao segundo turno?
Na final, restam dois candidatos e dez turnos. O valor de preparação lenta diminui, enquanto ações de alcance imediato e defesa de UFs grandes aumentam. Após negociar apoios, abra o mapa, identifique onde a margem mudou e selecione cartas alinhadas às prioridades desses estados.
Não esgote energia cedo. Reserve uma decisão e recursos para responder a um evento ou recuperar reputação. Nos turnos finais, converta reservas em impacto; cartas de arrecadação só valem se o dinheiro ganho puder ser gasto antes da apuração.
Como testar uma combinação?
Escolha candidato, vice e duração iguais em três partidas. Mantenha quatro decisões da abertura e altere apenas uma carta ou o estado-alvo. Compare mudança nacional, UFs lideradas, saldo e reputação. Isso separa o efeito provável do ruído aleatório.
Depois, salve uma abertura para favorito, uma para candidato competitivo e uma para azarão. A combinação ideal muda com a base inicial. Use os guias individuais de candidatos para descobrir quais atributos merecem ser explorados e quais precisam do vice ou de cartas de correção.
Custos, limites, nomes de ações e condições foram conferidos em nos dados e nas funções da versão publicada. Quando o equilíbrio do jogo mudar, esta página deverá ser revisada. Não usamos estes valores como afirmações sobre campanhas reais.
Responsável editorial: República em Disputa — Guia Independente. Encontrou uma divergência? Envie a ação e o resultado observado para conferência.