Quanto custam as ações?
Os exemplos abaixo mostram o intervalo real da versão publicada e ajudam a montar um orçamento.
| Faixa | Exemplos | Uso estratégico |
|---|---|---|
| R$ 3–8 mi | Vaquinha, jantar, podcast, rádio, pesquisa | Recuperar caixa, diagnosticar ou manter presença |
| R$ 9–13 mi | Entrevista, mutirão, proposta, checagem | Ações médias e respostas de confiança |
| R$ 14–18 mi | Digital, fórum, caravana, prefeitos | Crescimento territorial mais forte |
| R$ 22–26 mi | Aliança e programa de TV | Alcance alto com custo de oportunidade |
| R$ 12 mi | Ataque ou desinformação | Opções arriscadas com custo adicional de reputação |
O que é o fundão eleitoral nesta simulação?
A interface usa dinheiro fictício para representar a capacidade operacional da equipe. A sessão normal começa com 132 unidades, exibidas como milhões de reais, e cada ação desconta um custo. O saldo é local ao jogo, não tem valor monetário, não pode ser comprado e não corresponde ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
A distinção é importante: este guia explica uma mecânica de estratégia, não legislação, prestação de contas ou financiamento político real. Termos como fundão e verba aparecem porque os jogadores procuram o recurso dessa forma. Para regras oficiais, consulte a Justiça Eleitoral; para a partida, observe apenas o custo mostrado no cartão.
Como montar um orçamento por turno?
Cada turno oferece cinco decisões, mas o caixa pode impedir que todas sejam ações caras. Antes do primeiro clique, reserve verba para uma resposta, uma ação territorial e uma fonte de arrecadação. O restante pode ser usado em crescimento ou preparação. Um orçamento simples evita terminar a semana com energia disponível e nenhum dinheiro para agir.
Não calcule somente o custo atual. Pergunte quanto sobra e quais cartas ficam possíveis depois. Gastar R$ 26 milhões em televisão pode ser justificável, mas se o saldo bloqueia pesquisa, checagem e presença no turno seguinte, o custo real é maior. Trate caixa como flexibilidade futura.
Quais ações recuperam dinheiro?
Jantar de arrecadação custa R$ 5 milhões e devolve bônus de 15, produzindo ganho líquido de caixa e voluntários. Vaquinha eleitoral custa R$ 3 milhões e devolve 10. Costura de aliança e outras ações de estrutura podem acrescentar bônus menores além do efeito principal.
Arrecadar também consome energia e uma decisão. Use antes de entrar em crise, não apenas quando o saldo chega ao mínimo. Uma semana inteira dedicada a caixa perde ritmo; uma arrecadação bem posicionada financia as próximas duas ações e preserva espaço para responder ao evento.
Quando vale pagar por uma ação cara?
Programa de TV custa R$ 26 milhões e usa carisma, mas exige uma UF e aumenta apoio apenas nesse estado. O nome não representa um efeito nacional automático. Costura de aliança custa R$ 22 milhões, usa estrutura, acrescenta seu bônus secundário de caixa e registra uma aliança. Em uma missão sem alianças, essa opção invalida o objetivo mesmo que seja eficiente.
Compare custo, energia, atributo e prioridade estadual. Uma carta cara pode compensar quando falta pouco para virar uma UF relevante, mas não porque o preço garante retorno. Em dez turnos, a urgência é maior; em trinta, você tem mais decisões para comparar alternativas. O aumento bruto ainda é normalizado e não vira a mesma quantidade de pontos percentuais.
Como equilibrar verba e energia?
Dinheiro e energia são travas simultâneas: o botão exige ambos os saldos e uma decisão disponível. A energia começa em 100. Ao passar para um novo turno, recebe +34, limitada a 100; o caixa recebe +7 no primeiro turno eleitoral ou +9 no segundo. Na última rodada de cada fase, a apuração ocorre antes desses reforços: não conte com esse pagamento final.
Com energia 80 antes de uma troca de turno, você volta a 100, não a 114. Com caixa 12, passa a 19 na primeira fase ou 21 na segunda. Se o caixa não permite nem a arrecadação de menor custo, é possível encerrar a rodada sem executar ação alguma. As decisões restantes não se acumulam. Veja a sequência no guia de turnos e recursos.
Quanto guardar para debates e crises?
Os debates não descontam dinheiro, energia ou decisões. Mesmo com energia zero, você pode responder ao debate programado ao encerrar a rodada. A nota usa apenas os atributos ligados ao tema e à estratégia, mais uma parcela aleatória; não usa o saldo de reputação. Não deixe de fazer uma boa ação por acreditar que é preciso pagar para participar.
Uma reserva continua sendo útil para as ações normais do turno seguinte. Se pretende recuperar reputação, confira o preço da carta específica; se precisa crescer, reserve para a UF-alvo. Reavalie gratuitamente no radar antes de gastar. Reserva é uma escolha de flexibilidade, não um requisito oculto do debate, e não deve sobrar sem finalidade na apuração final.
Como financiar o segundo turno?
A classificação para a final inicia dez turnos adicionais e acrescenta verba por rodada, mas não apaga decisões ruins do primeiro turno. Negociações de apoio e novo mapa exigem ação rápida. Chegar sem caixa reduz sua capacidade de aproveitar os estados que mudaram de margem.
Nas últimas semanas, diminua investimentos de retorno lento. Use arrecadação apenas se o ganho financiar uma ação concreta antes da apuração. Depois, concentre em UFs grandes ou apertadas e preserve o suficiente para uma resposta de reputação. Terminar com saldo enorme e perder por pouco é sinal de subinvestimento.
Erros comuns de gestão
O primeiro erro é gastar cinco vezes só porque existem cinco decisões. O segundo é escolher ações pelo custo baixo sem relação com o mapa. O terceiro é arrecadar repetidamente sem converter o caixa. O quarto é ignorar que ataque e desinformação também cobram reputação e podem custar a partida inteira.
Use um registro simples: saldo inicial, gastos, ganhos, mudança nacional e UFs alteradas. Após três rodadas, identifique quais ações entregaram presença por unidade de custo no seu perfil. Esse histórico local é mais útil do que uma fórmula fixa, porque candidatos e prioridades estaduais mudam o retorno.
Custos, limites, nomes de ações e condições foram conferidos em nos dados e nas funções da versão publicada. Quando o equilíbrio do jogo mudar, esta página deverá ser revisada. Não usamos estes valores como afirmações sobre campanhas reais.
Responsável editorial: República em Disputa — Guia Independente. Encontrou uma divergência? Envie a ação e o resultado observado para conferência.