Quais são os desafios disponíveis?
A tabela resume as condições conferidas pelo jogo. Os pontos são bônus simbólicos da missão e não compram vantagem dentro da campanha atual.
| Desafio | Condição | Recompensa | Plano inicial |
|---|---|---|---|
| Azarão | Terminar uma campanha que chegou à fase de segundo turno | 250 | A descrição sugere base abaixo de 3%, mas o verificador atual não testa esse limite |
| Milagre eleitoral | Vencer com pollBase do perfil abaixo de 1 | 500 | Usar a base do candidato, não a pesquisa nacional normalizada |
| Primeiro turno | Vencer sem disputar a final | 400 | Abrir vantagem nacional e evitar dispersão |
| Brasil inteiro | Liderar uma UF em cada uma das cinco regiões | 300 | Escolher uma UF alcançável por região |
| Trator eleitoral | Liderar 18 unidades federativas | 350 | Converter estados médios antes dos mais caros |
| Sozinho contra todos | Vencer sem Costura de aliança | 300 | Substituir articulação por território e confiança |
| Sem ataques | Terminar com o contador de Ataque em zero | 250 | Não usar Ataque; vencer não é exigido por esta condição |
| Virada histórica | Reduzir a desvantagem nacional em pelo menos dez pontos na mesma fase e vencer | 450 | Recuperar a distância para o líder; a troca de fase não conta como virada |
| Rei dos debates | Obter desempenho máximo nos cinco debates | 350 | Jogar 30 turnos e preparar cada atributo-tema |
| No limite | Vencer com margem inferior a um ponto sobre o segundo colocado | 400 | O verificador compara a margem, sem exigir segundo turno |
Como iniciar uma missão?
Na capa do jogo, escolha “Modo desafio” e abra a grade de missões. Cada cartão informa o objetivo, uma breve descrição e a recompensa. Ao selecionar um cartão, o fluxo volta à configuração normal: duração, candidatura e vice. O identificador da missão fica associado à sessão até o resultado final.
A premiação só é conferida na tela de resultado. A classificação para o segundo turno abre negociações, não a premiação antecipada. Alguns textos dos cartões são mais amplos que as condições efetivamente verificadas; a tabela acima registra a implementação desta versão. Anote a meta, acompanhe estados, regiões e calendário, e termine a campanha para verificar o resultado.
Qual duração escolher?
Dez turnos favorecem missões de execução rápida e incluem os debates dos turnos 5 e 10. Vinte turnos oferecem espaço para quatro encontros, leitura do mapa, arrecadação e disputa do primeiro corte. Trinta turnos são mais seguros para campanhas de azarão e necessários para “Rei dos debates”, pois incluem os cinco confrontos até o turno 25.
Duração maior não significa vitória automática. Ela amplia a quantidade de decisões e também a chance de gastar sem foco. Divida a campanha em blocos: diagnóstico, crescimento, defesa e conversão final. Ao terminar um bloco, compare posição, distância para o segundo lugar, estados liderados e saldo de recursos. Se nenhuma dessas medidas evoluiu, ajuste o plano antes de consumir mais turnos.
Como vencer com um azarão?
Milagre eleitoral exige vitória e pollBase menor que 1. Essa base é um dado do perfil: por exemplo, 0,9 atende ao limite e 1,0 não atende, mesmo se a pesquisa visível cair depois. Bônus estaduais e normalização podem fazer o número nacional de abertura diferir da base. Azarão, por sua vez, atualmente só confere se a campanha chegou à fase de segundo turno, apesar da descrição citar 3%.
Escolha poucas UFs onde as prioridades combinam com os atributos do perfil. Consulte gratuitamente o radar e use arrecadação para sustentar ações territoriais. Pesquisa interna não revela novos dados nem concede votos diretamente. Primeiro reduza a distância para o corte; depois expanda. Não conte com desinformação: a terceira tentativa elimina a candidatura, independentemente de reputação ou posição.
Como completar Brasil inteiro e Trator eleitoral?
Brasil inteiro pede pelo menos uma liderança em Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Escolha uma UF-alvo de cada região antes da primeira ação, de preferência onde a diferença seja curta. O mapa mostra a liderança por cor e o painel da UF apresenta prioridades e colocação. Reavalie os cinco alvos após cada rodada.
Trator eleitoral muda a lógica: são necessárias 18 UFs. Estados médios e pequenos podem produzir o volume de lideranças mais rápido do que uma disputa longa em São Paulo. Converta primeiro territórios próximos, faça manutenção quando um rival encostar e só depois invista em estados caros. Uma liderança frágil conta na apuração, mas pode desaparecer se for abandonada cedo demais.
Como jogar sem ataques ou alianças?
Sem ataques confere o contador incrementado pelo botão Ataque e não exige vitória. A opção separada de desinformação não entra nesse contador nesta versão; isso é uma limitação do verificador, não uma recomendação de uso. Para cumprir também o espírito da missão, evite ambas. Sozinho contra todos exige vitória e nenhuma Costura de aliança. Os apoios negociados entre fases não aumentam esse contador de alianças.
Construa a campanha com propostas, entrevistas e presença territorial. Arrecade antes de ficar sem caixa e não use uma carta apenas porque ela não é proibida. As missões Brasil inteiro, Trator eleitoral e Rei dos debates também conferem suas próprias métricas, sem exigir vitória nacional. Já Primeiro turno, Milagre eleitoral, Sozinho contra todos, Virada histórica e No limite precisam de vitória para conceder a recompensa.
Como preparar Rei dos debates e Virada histórica?
Rei dos debates depende de cinco desempenhos excelentes, com nota de pelo menos 74 em cada um. Os encontros acontecem ao encerrar os turnos 5, 10, 15, 20 e 25: escolha 30 turnos. Não há cobrança de energia, dinheiro ou decisões para responder. A nota usa atributos e sorte; energia e reputação não entram na fórmula. A lista de debates concluídos permanece na final, impedindo repetir os dois primeiros para completar cinco.
Virada histórica acompanha quanto você reduz sua maior desvantagem em relação ao líder dentro da mesma fase. Cair de 14 para 4 pontos atrás registra dez pontos recuperados; ainda é preciso vencer ao final. Ganhar dez pontos próprios enquanto o líder também cresce não garante a meta. A normalização entre finalistas não conta como recuperação. O acompanhamento foi corrigido nesta atualização; um save antigo sem histórico só registra a distância observada a partir da retomada.
O desafio altera o resultado da eleição?
Não. A classificação nacional, os estados, o segundo turno e a vitória seguem a mesma simulação. A missão é uma camada adicional avaliada depois que o resultado existe. Cumprir “Sem ataques”, por exemplo, não concede votos extras durante a campanha; apenas confirma o objetivo ao final.
Isso permite comparar uma partida livre com uma partida de missão. Use o mesmo candidato e a mesma duração, mude apenas a restrição e observe como ela afeta seu caixa, sua reputação e o mapa. O modo desafio funciona melhor como laboratório de estratégia do que como promessa de resultado garantido.
Checklist antes da apuração
Confirme se a condição ainda é possível: conte estados e regiões, verifique quantos debates foram concluídos, revise se usou ataque ou aliança e observe a distância nacional. Depois, converta recursos restantes em decisões que servem à missão. Não termine com caixa alto se falta apenas uma UF, nem arrisque reputação quando o objetivo já está assegurado.
Resultados dependem de atributos, prioridades estaduais, adversários, eventos e variação interna. Uma falha não prova que o plano inteiro estava errado. Compare três tentativas, mude uma variável por vez e registre o ponto em que a missão deixou de ser viável. Esse diagnóstico vale mais do que repetir a mesma abertura esperando sorte diferente.
Custos, limites, nomes de ações e condições foram conferidos em nos dados e nas funções da versão publicada. Quando o equilíbrio do jogo mudar, esta página deverá ser revisada. Não usamos estes valores como afirmações sobre campanhas reais.
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