Como um ganho bruto vira percentual?

O exemplo simplificado começa com quatro candidaturas somando 100 e adiciona dois pontos brutos à primeira.

CandidaturaAntesValor bruto depoisPercentual normalizado
Jogador202221,569%
Rival A353534,314%
Rival B252524,510%
Rival C202019,608%
Total100102Aproximadamente 100%

Quando a normalização acontece?

Ela ocorre sempre que a função de apoio acrescenta ou retira um valor de uma candidatura em uma UF. Cartas territoriais, ataques, desinformação, debates, movimentos adversários, eventos e negociações usam esse caminho. Uma ação nacional percorre os estados e normaliza cada um separadamente.

A sequência importa. Se cinco rivais avançam em estados diferentes e depois um evento afeta um grupo de UFs, cada modificação parte do resultado já reescalado. Não existe uma reserva bruta única aplicada apenas no fim do turno. O mapa visível acompanha o estado acumulado da sessão.

Qual é a fórmula exata?

Primeiro, qualquer valor estadual abaixo de 0,01 é elevado a 0,01. Depois o jogo soma todas as candidaturas presentes naquela UF. Cada valor é substituído por valor × 100 ÷ total e arredondado a três casas decimais. A interface normalmente mostra uma casa, mas o cálculo guarda três.

O piso impede valor zero ou negativo de permanecer. Por causa do arredondamento individual, a soma exibida internamente pode ficar muito perto de 100 sem ser matematicamente idêntica em todos os casos. Essa diferença minúscula não cria uma candidatura nova nem um voto oculto; é consequência da precisão escolhida.

Por que o ganho mostrado é menor que o efeito da carta?

O efeito calculado pela carta é um acréscimo bruto antes do reescalonamento. No exemplo, o jogador passa de 20 para 22 enquanto o total sobe de 100 para 102. Ao dividir 22 por 102, a tela chega a 21,569%. O ganho visível é cerca de 1,569 ponto, não dois.

Quanto maior sua participação inicial, maior a parte do próprio ganho que é absorvida pelo novo denominador. O efeito também reduz proporcionalmente os percentuais dos rivais, mesmo sem subtrair seus valores brutos. Por isso uma carta pode mover várias linhas do ranking estadual ao mesmo tempo.

Retirar apoio transfere tudo para mim?

Não. Ataque e desinformação bem-sucedida diminuem o valor bruto do alvo e normalizam o estado. O espaço percentual liberado é redistribuído proporcionalmente entre todas as candidaturas restantes. Sua participação pode subir, mas outros rivais também se beneficiam.

Esse detalhe é importante perto do corte. Atacar o segundo colocado enquanto você está em terceiro pode ajudar o líder e outras candidaturas, sem garantir a troca de posição desejada. Compare o mapa inteiro e a diferença nacional antes de tratar uma redução do alvo como ganho exclusivo.

Como nasce o primeiro mapa?

Para cada candidatura e UF, o jogo calcula uma força bruta inicial: base nacional do perfil, bônus da região, bônus do estado e média dos atributos correspondentes às duas prioridades dividida por 170. O valor tem piso de 0,02. Todos os perfis são então convertidos em percentuais que somam 100 naquela UF.

Isso explica por que uma base declarada de 10 não aparece necessariamente como 10% no ranking. Ela compete com os valores brutos dos demais perfis e recebe componentes territoriais diferentes em cada estado. O mapa inicial já é relativo, não uma cópia direta do campo de reconhecimento.

Como o ranking nacional usa os estados?

Depois de obter o percentual de cada candidatura em cada UF, o jogo multiplica esse número pelo peso fictício do estado, soma as 27 parcelas e divide pelo peso total. Esse resultado ordena o ranking nacional. A normalização nacional não substitui a estadual; ela é uma média ponderada do mapa.

Assim, o mesmo avanço percentual tem impactos nacionais diferentes. Uma mudança em São Paulo pesa mais que a mesma variação em Roraima. Isso não significa que UFs pequenas sejam inúteis: elas podem decidir desafios territoriais, formar bases seguras e exigir menos investimento para mudar de liderança.

O que muda no segundo turno?

Ao iniciar a final, o jogo preserva apenas os dois finalistas em cada UF. Ele soma os percentuais dos dois e reescala cada um para 100. Se eles tinham 30 e 20 antes da transição, passam a 60 e 40 naquele estado. As candidaturas eliminadas deixam de aparecer no denominador.

A negociação de apoio ocorre antes dessa redução e pode alterar a força do jogador. A mudança grande entre as fases não é uma carta nem um ganho de dezenas de pontos brutos; é a comparação restrita aos finalistas. A final continua normalizando cada alteração futura entre os dois.

Como auditar uma variação inesperada?

Anote seu percentual e o do líder na UF antes da ação. Registre tema, atributo, prioridade e tipo de efeito. Depois compare as mesmas linhas, não apenas o número nacional. Se a rodada terminou, considere também movimentos adversários e evento semanal, que ocorrem depois da sua última decisão.

Use duas partidas com a mesma chapa e mude uma única carta ou alvo. A variação aleatória impede igualdade perfeita, mas a direção deve seguir a fórmula. Pequenas diferenças podem vir do arredondamento de três casas e da ordem das normalizações.

Os percentuais são uma pesquisa real?

Não. Eles são produzidos inteiramente pelo código do jogo com valores fictícios, atributos, prioridades e sorteios. O site não entrevista eleitores, não consulta institutos e não oferece previsão eleitoral.

A fórmula desta página documenta somente a recriação publicada neste domínio. Para pesquisas ou resultados reais, consulte fontes oficiais e jornalísticas. O projeto é independente, não oficial e sem afiliação partidária.

Como verificamos este guia

Custos, limites, nomes de ações e condições foram conferidos em nos dados e nas funções da versão publicada. Quando o equilíbrio do jogo mudar, esta página deverá ser revisada. Não usamos estes valores como afirmações sobre campanhas reais.

Responsável editorial: República em Disputa — Guia Independente. Encontrou uma divergência? Envie a ação e o resultado observado para conferência.