Regra usada no cálculo

Sucesso: alvo −0,7 bruto e reputação −1,5. Falha: alvo −0,12 bruto e reputação −4. Chance de sucesso: 62%.

Os dois ramos afetam o alvo

Um ataque custa R$ 12 milhões, dez de energia e uma decisão. No sucesso, o jogo retira 0,7 de força bruta do alvo em todas as UFs; na falha, retira 0,12. A sua reputação perde 1,5 ou quatro, respectivamente, respeitando o intervalo de zero a 100. O contador de ataques aumenta nos dois casos.

Na UF informada, reduzir o alvo muda a soma das forças e reescala as participações. A sua candidatura e os demais adversários podem crescer proporcionalmente, sem terem recebido força bruta adicional. A ferramenta não aplica uma perda fixa de 0,7 ponto percentual ao valor exibido do alvo.

O piso de apoio muda o caso extremo

Antes de normalizar, o jogo mantém cada valor pelo menos em 0,01. Um alvo com participação 0,2 não fica negativo após o sucesso: sua força vai ao piso e a distribuição é reescalada. A calculadora trata esse limite e exige percentuais positivos e compatíveis, com soma das duas candidaturas de no máximo 100.

A conta isola uma UF com distribuição inicialmente normalizada. Os valores são arredondados em três casas depois do reescalonamento. Pequenas diferenças podem surgir se a soma interna original já estava afastada de 100 pelo arredondamento ou se outras ações acontecem em seguida; informe os percentuais atuais e leia o resultado como um cenário isolado.

Chance, reputação e objetivo da campanha

A média de reputação é a combinação dos dois resultados já limitados, com pesos 62% e 38%. Longe de zero, o desgaste médio é 2,45. Perto de zero, o corte altera essa média. O resultado mostra os dois valores, sem substituir o ramo sorteado por uma média que o jogo não executa.

Sem ataques deixa de ser cumprido depois do primeiro ataque, mesmo se ele falhar. Atacar também não garante que o alvo perderá a liderança nacional: o efeito ponderado depende dos percentuais em todas as UFs e do peso de cada uma. Use este simulador para comparar o custo local e os ramos, não para prever uma vitória ou gerar conteúdo ofensivo.

Exemplo de normalização nos dois ramos

Com sua participação em 30%, alvo em 40% e reputação 56, um sucesso deixa sua participação estadual perto de 30,211% e a reputação em 54,5. Uma falha deixa sua participação perto de 30,036% e a reputação em 52. A diferença pequena de apoio no ramo falho ainda existe; o desgaste de reputação é maior.

A reputação média desse exemplo é 53,55, mas nenhum dos dois ramos termina exatamente nesse valor. Mude o alvo para 0,2% e confira o piso: subtrair 0,7 não cria participação negativa. A redução útil fica limitada pela força que o alvo tinha. Esse é um motivo para não interpretar a chance de sucesso como medida suficiente de retorno do ataque.

Verificação editorial

Fórmula, dados, limites e exemplos conferidos na versão publicada do jogo em 5 de outubro de 2026. Simulação independente e ficcional, não oficial. Responsável: Guia Independente. Relate uma divergência com o estado ou turno observado.