O que cada vice acrescenta à chapa?

A tabela resume os atributos internos e os bônus regionais da versão atual. Os números descrevem apenas esta simulação.

ViceMaiores atributosBônus regionaisUso mais claro
Adriana VenturaEconomia 78, Confiança 72, Articulação 64Sudeste +0,7; Sul +0,3Plano econômico, confiança e defesa do Sudeste
Eduardo GirãoSegurança 72, Confiança 66, Carisma 65Nordeste +0,8; Norte +0,25Segurança e expansão nas regiões Norte e Nordeste
Guto SchiavettoBase 76, Carisma 73, Articulação 67Sudeste +0,65; Centro-Oeste +0,35Mobilização territorial, digital e estrutura de campanha

Como o vice altera os atributos?

Ao começar a campanha, o jogo combina cada atributo do candidato com o valor correspondente do vice. O candidato conserva 88% de seu número e o vice contribui com 12%; o resultado é arredondado e limitado entre 1 e 99. Isso acontece com Economia, Social, Segurança, Confiança, Carisma, Articulação e Base.

Um exemplo simples: um candidato com Economia 60 ao lado de Adriana, que tem 78, chega a aproximadamente 62 nesse atributo: 60 × 0,88 mais 78 × 0,12, com arredondamento. O vice melhora ou reduz levemente cada número, portanto vale conferir a chapa inteira. Um destaque isolado não compensa automaticamente perdas nos temas mais usados.

Como funcionam os bônus regionais?

Além da mistura de atributos, cada vice acrescenta força inicial em duas regiões. Adriana entrega +0,7 no Sudeste e +0,3 no Sul. Girão oferece +0,8 no Nordeste e +0,25 no Norte. Guto concede +0,65 no Sudeste e +0,35 no Centro-Oeste. Esses valores entram na formação inicial de apoio em cada UF da região.

O bônus não transforma todos os estados daquela área em lideranças garantidas. A base do candidato, as prioridades estaduais e a normalização entre todas as candidaturas continuam valendo. Use a região como critério de desempate: primeiro escolha a combinação de atributos coerente; depois veja se o bônus ajuda UFs que fazem parte do seu plano.

Quando escolher Adriana Ventura?

Adriana é a opção mais direta para uma estratégia de Economia e Confiança. Seus valores 78 e 72 elevam chapas fracas nesses temas e preservam perfis que já são fortes. O bônus do Sudeste também conversa com São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, área de peso alto no ranking nacional fictício.

Ela não é automaticamente a melhor escolha para qualquer favorito. Social 48 e Base 43 podem reduzir um candidato superior nesses atributos, pois a mistura ocorre em todos os sete números. Prefira Adriana quando fóruns econômicos, polos produtivos, propostas de confiança e disputas no Sudeste forem parte real da abertura, não apenas porque Economia é o maior valor do cartão.

Quando escolher Eduardo Girão?

Girão tem Segurança 72, Confiança 66, Carisma 65 e Base 62. A combinação funciona bem para campanhas que pretendem usar Agenda de segurança, Entrevista exclusiva, Rádio local e ações territoriais. Seu maior bônus regional está no Nordeste, com apoio adicional menor no Norte.

Essa escolha é especialmente útil quando o candidato precisa disputar estados nordestinos sem abandonar respostas de Segurança. Verifique, porém, se a chapa perde Economia ou Articulação em relação às alternativas. O objetivo não é reunir os maiores números possíveis, e sim fortalecer os atributos acionados por suas cartas, pelos debates alcançáveis e pelas prioridades dos estados escolhidos.

Quando escolher Guto Schiavetto?

Guto lidera em Base 76 e Carisma 73, com Articulação 67. Ele favorece Mutirão de rua, Caravana, Comitês de bairro, Ofensiva digital, Programa de TV e rádios. O bônus regional cobre Sudeste e Centro-Oeste, criando uma abertura útil para planos territoriais e para missões que pedem lideranças em regiões diferentes.

Economia 55 e Segurança 50 são seus pontos mais modestos. Se o candidato depende desses temas, a mistura pode enfraquecer a especialidade. Guto rende melhor quando você aceita concentrar ações em mobilização, carisma e estrutura. Ele não aumenta diretamente o contador de voluntários; o ganho vem dos atributos e da escolha de ações que produzem voluntários.

Devo corrigir uma fraqueza ou reforçar uma força?

Corrigir fraqueza é útil quando ela bloqueia uma etapa obrigatória. Um perfil fraco em Segurança pode precisar de Girão para o debate do SBT ou para UFs que priorizam o tema. Reforçar força é melhor quando você tem um plano concentrado: uma chapa excelente em Carisma pode explorar TV, rádio, podcast e o debate do Flow News.

Compare o ponto de partida com a meta. Para chegar ao segundo turno, às vezes basta dominar poucos encaixes eficientes; para Brasil inteiro, distribuir bônus regionais pode valer mais. Evite tentar tornar todos os atributos medianos. O jogo recompensa a combinação entre perfil, ação e UF, então uma especialidade clara costuma ser mais fácil de executar do que uma chapa sem direção.

O vice muda durante a campanha?

Não. A escolha acontece depois do candidato e antes de iniciar a sessão. O vice fica salvo com a campanha, aparece no painel da chapa e no resultado final. Não existe troca de vice entre turnos, na apuração ou ao começar o segundo turno. Para testar outra combinação, é necessário iniciar uma nova campanha.

Por isso, defina antes três elementos: duração, objetivo e regiões-alvo. Uma partida de dez turnos valoriza impacto inicial; uma de trinta permite explorar mais debates e recuperar erros. Anote a chapa e compare tentativas da mesma duração. Sem controlar essas variáveis, é fácil atribuir ao vice uma diferença causada por eventos ou ações adversárias.

Como testar qual vice funciona melhor?

Faça três partidas com o mesmo candidato, duração e sequência inicial, trocando apenas o vice. Observe atributos finais na abertura, posição nacional, diferença para o segundo lugar e desempenho nas mesmas UFs. Repita as primeiras duas rodadas e registre os saldos de verba, energia, reputação e estados liderados.

A comparação não será perfeitamente idêntica porque há variação nas ações, nos adversários e nos eventos. Procure um padrão, não um resultado único. Se uma chapa produz melhor encaixe em ações que você realmente escolhe e mantém o mapa mais próximo do objetivo, ela é mais útil para seu estilo, mesmo que outra opção tenha um atributo máximo maior.

Os nomes representam apoio político real?

Não. Os três perfis são elementos de uma recriação independente e os números foram definidos para o equilíbrio desta versão. A presença de uma pessoa, partido, região ou atributo não comunica apoio, crítica, previsão ou informação eleitoral. Nenhum bônus regional representa pesquisa com eleitores reais.

Use esta página apenas para entender a mecânica publicada neste domínio. Para dados cívicos, biográficos ou eleitorais, consulte fontes oficiais e jornalísticas. Dentro do guia, termos como apoio, chapa e disputa sempre se referem à simulação, salvo quando uma fonte externa for explicitamente identificada.

Como verificamos este guia

Custos, limites, nomes de ações e condições foram conferidos em nos dados e nas funções da versão publicada. Quando o equilíbrio do jogo mudar, esta página deverá ser revisada. Não usamos estes valores como afirmações sobre campanhas reais.

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